Quando paro para pensar sobre essa questão turbulenta que é a da ideia do “tempo”, o aspecto que me causa maior fascínio é o contraste existente entre o presente e o passado, que pode ser gritante ou sutil, dependendo do ponto de vista.
Já faz mais de um ano que o medo nos acompanha, por isso a tendência é evitar sair de casa, e o contato com a natureza, tão saudável em outras épocas, fica em segundo plano no momento. Estamos vivendo no aguardo de que, um dia, esse problema seja controlado e vencido. Enquanto isso, caímos diariamente na armadilha da produtividade e deixamos de lado a importância da contemplação.

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